Para o desenvolvimento de suas atividades, o SINDUSMOBIL possui parceria com entidades governamentais e empresariais para oferecer aos seus associados serviços que objetivam apoiar e colaborar para o desenvolvimento das empresas no mercado da indústria da construção e do mobiliário:

  • Ações judiciais coletivas;
  • Consultoria gratuita com assessores jurídicos na área trabalhista, tributária, fiscal e outros;
  • Negociação Coletiva de Trabalho; 
  • Móvel Brasil - Feira de Móveis e Decorações;
  • Estudo Setorial do Segmento Moveleiro;
  • Pesquisa Salarial;
  • Palestras técnicas;
  • Capacitações;
  • Missões empresariais internacionais e nacionais;
  • Convênio com a UNIVILLE e UNI-SOCIESBS, proporcionando desconto em cursos de pós-graduação;
  • Desconto de 30% em média dos serviços prestados pelo SESI nas área de Medicina e Segurança do Trabalho
  • Consultas ao Serasa  sem mensalidade (paga somente o que consulta)
  • Auditório para reuniões e convenções de associados, entidades parceiras ou não associados, conforme tabela abaixo:
 Turno  Associados  Parceiros  Não Associados
 manhã  R$   110,00  R$ 160,00  R$ 210,00
 tarde  R$   110,00  R$ 160,00  R$ 210,00
 noite  R$   135,00  R$ 160,00  R$ 210,00

Finais de semana: R$210,00 por periodo para Associados,  R$ 310,00 por periodo para Parceiros e R$ 410,00 por periodo para Não-Associados

 

Observações:

a) para associados ao SINDUSMOBIL e/ou ARPEM, a primeira locação do mês correspondente a um período de 4 horas é sem cobrança de valores;

b) Entidades parceiras: Univille, Senai, Sesi, Sebrae, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Sindicont, Sindicato das Inds da Const e do Mobi de Rio negrinho, Fetep/IT-Fetep, ACISBS, Sind das Inds Metalúrgicas, Metal Mecânicas e do Material Elétrico de São Bento do Sul, Sind das Inds da Fiação e Tecelagem de São Bento do Sul; 

c) O pagamento da locação deverá ocorrer na data do evento;

d) Reservas:  fone (47) 3635-0768 / 3633-2884

 

A Colonização

No século passado, a Cia. Colonizadora com sede em Hamburgo, mesmo não mais possuindo terras na região da, então, Colônia Dona Francisca (hoje Joinville), continuava a embarcar colonos para a região. O número de alojados no rancho da Companhia aqui no Brasil aumentava sem que houvesse terras para eles. Em 1873, um pequeno grupo de homens subiu a Serra Geral a pé em direção ao planalto, com mantimentos e ferramentas no lombo de mulas. Após dois dias de caminhada, chegaram às margens do Riacho São Bento. Ali construíram o primeiro rancho e de lá partiram para abrir os primeiros caminhos na mata, sempre ao longo do riacho São Bento.

Áustria, Bavária, Prússia, Polônia, Saxônia, Tchecoslováquia e mesmo o Brasil eram os países de origem dos primeiros habitantes. Enfrentaram uma realidade dura: mata virgem, floresta densa, povoada por inúmeros animais e pássaros.

Trouxeram sua história, usos, lembranças, língua e saudade. Cultivavam os campos e a cultura expressada na música, literatura, no teatro. Um misto de lembrança e determinação de vencer compensava as imensas dificuldades. 

A madeira, o futuro

São Bento do Sul descobriu na transformação da madeira sua vocação. No início a madeira da floresta moldou ranchos, cercas e vendas. Antes das indústrias vieram as serrarias, carpintarias, barricarias, tamancarias e marcenarias. As rodas d'água e tração animal moviam serras furadeiras e tupias.

Da imbuía, do pinheiro e da canela eram produzidos móveis, cabos de ferramentas, equipamentos para agricultura e carroças. Da iniciativa do pequeno agricultor em montar sua fábrica artesanal, São Bento do Sul começou a delinear seu futuro. Hoje, o município é a Capital Nacional dos Móveis e se destaca nos setores cerâmico, plástico, metalúrgico, fiação e tecelagem.

Algumas condições  iniciais foram fundamentais para o surgimento do pólo moveleiro no Planalto Norte Catarinense.  A existência de matéria prima abundante na região, a presença de imigrantes artesões marceneiros,  um comércio intenso de madeira e erva mate e a acumulação de renda proveniente da exploração destes dois produtos, formaram as condições básicas para o desenvolvimento da indústria regional.

Já na década de quarenta existiam cerca de 40 marcenarias de “fundo de quintal” ou junto às serrarias que operavam na região.

No pós-guerra (1945 a 1.970) inicia-se a proliferação de estabelecimentos para produção de móveis e da expansão dos existentes.  E assim as pequenas carpintarias da cidade de São Bento do Sul e região foram transformadas em grandes indústrias que dirigem sua produção para os mais exigentes mercados. Grande parte das empresas de maior porte existentes hoje, tiveram sua fundação antes de 1.970

A oportunidade para o crescimento veio após a crise de fornecimento da imbuia entre os anos de 1.970 e 1.980.

A escassez da matéria prima impeliu as fábricas a adotar a madeira pinus, anteriormente usada somente pelas fabricantes de papel e celulose. A nova madeira, porém, era menos nobre que a usual e teve pouca aceitação no mercado interno. Isso levou São Bento do Sul a produzir e vender para o exterior.  Nesta época foi criada uma fundação de pesquisa para adaptar o "design” dos móveis aos padrões de outros países. Levou anos até que se chegasse a produtos de qualidade com o pinus. (FETEP)

A virada veio no início da década de 1.990, quando as empresas conquistaram certificações, adaptaram suas linhas de produção e conquistaram a confiança de compradores estrangeiros. O projeto logo começou a apresentar resultados. Os US$ 32 milhões faturados com exportação em 1.990 foram multiplicados por sete e o PIB da cidade dobrou entre 1.999 e 2.003, chegando a R$ 1,5 bilhão.

Aqui se formou um dos clusters moveleiros mais expressivos do mundo, com fornecedores, indústrias, prestadoras de serviços, laboratórios e instituições de ensino superior.

Início da crise (2004-2006)

Entre 2004 a 2006, foi o inicio da crise da indústria em geral, impulsionada pela situação cambial, afetando diretamente o setor moveleiro de nossa cidade.

A  mudança da política cambial e a queda do valor do dólar, as empresas familiarizadas com o mercado externo  foram forçadas a reajustar os preços dos produtos deixando-os menos competitivos no exterior  e iniciando assim  uma crise  setor moveleiro  local que até hoje não foi recuperada.

Os últimos anos de bonança – antes de 2.005, quando faltavam contêineres para escoar a produção permitiram às grandes empresas investir e guardar capital. Mesmo encolhendo, elas conseguiram resistir à crise. Já as pequenas, sem capital de giro e com pouca capacidade de atualização do maquinário, não tiveram a mesma sorte.

No início da crise os móveis representavam 42% de tudo que era produzido na cidade de São Bento do Sul e aproximadamente 80% era vendido para o mercado exterior.

Recuperação do setor (a partir de 2007) 

Em 2007 o norte catarinense iniciou um processo de retomada do mercado doméstico.

Os empresários precisaram usar muita criatividade e paciência para conseguir alcançar os objetivos e para continuar competindo no mercado internacional e para se manter no mercado itnerno foram necessárias algumas ações.

Muitos pedidos encaminhados para liderenças politicas, inclusive audiências com o Ministro da Fazenda.

Devido a necessidade que as empresas apresentavam frente as adversidades mercadológicas, ações integradas foram sendo realizadas. 

A criação do Arranjo Produtivo Local de Móveis do Planalto Norte Catarinense, motivada pelas entidades empresariais da região: Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul – SINDUSMOBIL em parceria com Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Rio Negrinho – SINDICOM e a Associação Regional da Empresa Moveleira -ARPEM. (observação: atualmente esta em stand-bay)

Foi formado em conjunto, com a liderança empresarial, um comitê gestor composto por entidades e instituições que se comprometeram a auxiliar no desenvolvimento das empresas a fim e possibilitar o crescimento sustentável no mercado e auxiliando com melhorias na gestão interna e ações mercadólogias, capacitações em design voltado ao consumidor brasileiro.

A promoção da Feira Móvel Brasil, a cada 2 anos, iniciativa estratégica para o setor no redirecionamento dos negócios para o mercado interno, contribuiu para essa reconquista. O evento é voltado a produtos de alto padrão de qualidade e sustentabilidade, elaborados por fabricantes confiáveis.

A indústria moveleira no Brasil está num movimento de altas e baixas nos últimos anos. Especialmente o Pólo Moveleiro do Planalto Norte Catarinense encontra dificuldades com as exportações retraídas em função dos reflexos da crise internacional e da questão cambial. A combinação de baixa demanda internacional e a manutenção da cotação do dólar abaixo da taxa necessária, dificultou a retomada das exportações da indústria moveleira regional e nacional. 

Sinais claros de recuperação do setor moveleiro e redirecionamento de sua produção para o mercado brasileiro são notados a partir de 2011.

A tentativa de reingresso no mercado interno está apresentando resultados, no entanto, em 2010 o faturamento do mercado interno recuou  e diminuiu sua participação.  Ainda assim, a indústria moveleira regional está se consolidando com importantes inovações na capacidade produtiva e especialmente com o lançamento do Biomóvel, projeto desenvolvido por um conjunto de empresas do APL de Móveis do Planalto Norte Catarinense. 

O crescimento do setor em 2010 no Brasil foi de 19% demonstrando um mercado aquecido, porém com perspectivas de redução com o aumento da inflação e taxa de juros que poderá afetar o consumo. As exportações nacionais em 2010 tiveram um crescimento de 11,6%, acima da média registrada no Pólo Moveleiro do Planalto Norte Catarinense, cujo crescimento foi de 4,5%.   

Embora São Bento do Sul, continue líder nacional na exportação de móveis, a região vem equilibrando a distribuição de seus produtos.  

As características do polo moveleiro do Planalto Norte Catarinense. 

O polo moveleiro do Planalto Norte Catarinense – São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre – com mais de um século de existência, formou uma rica e abrangente experiência, se tornando um dos principais clusters moveleiros do mundo. São mais de 400 empresas, que reúnem mais de 9.000 profissionais.

Parques industriais avançados, processos eficientes e padrão de atendimento mundial são características do polo, que atende o mercado brasileiro e lidera as exportações brasileiras de móveis.

Uma das características da produção moveleira da região é a prática da sustentabilidade. O design dos produtos é uma outra característica cujo objetivo é valorizar a funcionalidade, a qualidade, durabilidade, a utilização de madeira maciça e de cultivo e o uso racional das matérias-primas.

Os produtos são reconhecidos internacionalmente pelo cuidado na fabricação e utilização de materiais selecionados e acabamentos nobres.

 Reconhecimento de seus móveis, tanto no mercado nacional, como para exportação.

O ranking das  empresas exportadoras de móveis demonstra o potencial  da nossa indústria.  Mais do que isso, se a crise que assola a economia brasileira não estivesse atingido as indústrias, provavelmente o cenário das exportações seria maior. A recessão e os casos de corrupção também atingiram a imagem do Brasil no mercado externo, e isso se reflete imediatamente na confiança que o importador faz das empresas brasileiras.

 

A sustentabilidade é um caminho sem volta. Hoje, mais de 90% dos brasileiros sabem o que significa 'aquecimento global'. A conscientização sobre preservação ambiental está presente no comportamento das pessoas, inclusive no consumo. Móveis e decoração fazem parte do dia-a-dia das pessoas e são produtos em que o conceito do 'ambientalmente correto' fica mais evidenciado, inclusive com relação ao uso dos materiais.

A discussão sobre como os consumidores evoluíram para tomada de decisões de consumo verde é atual, e com informação, educação e implementação de leis, a expectativa de encontrarmos um segmento crescente destes consumidores é grande.

Diante deste cenário, a região do Planalto Norte de Santa Catarina, onde se destacam os municípios de São Bento do Sul, Rio Negrinho e Campo Alegre, lança no mercado brasileiro o Biomóvel.

Trata-se de uma nova cultura na produção de móveis, baseada nos conceitos de sustentabilidade, em que as indústrias ajustam seus processos de produção para fabricar um móvel que, além de atender a todos os requisitos de qualidade e bom gosto, é também "ecologicamente correto".

* O que é o Biomóvel?

O Biomóvel, na prática, é um processo de projeto de produtos e de sistemas de produtos para minimizar os impactos ambientais em todas as fases do ciclo de vida. As estratégias do Biomóvel tendem a integrar todos os níveis de desenvolvimento do produto, associando vantagens competitivas em termos de poupança dos materiais utilizados e de redução dos resíduos de produção, e também de marketing.

* O conceito vai além da utilização de madeira certificada?

O conceito vai dos processos que acompanham o nascimento, a vida e a morte de um produto. Tais processos são esquematizados nas seguintes fases: 

  1. Pré-produção, onde são produzidos os materiais e os semi-acabados utilizados na produção.
  2. Produção, entendida como transformação dos materiais, montagem, acabamento
  3. Distribuição, que inclui a embalagem, o transporte e o armazenamento.
  4. Utilização, que também pode incluir a manutenção.
  5. Eliminação/destino final, que permite uma série de opções de destinação final, como a reutilização e a reciclagem dos materiais.

* O designer assume papel importante no desenvolvimento do Biomóvel?

Uma nova abordagem no desenvolvimento de produtos sustentáveis deve ser baseada num projeto que englobe todas as fases de ciclo de vida do produto. Por isso, além das matérias-primas, o designer tem papel fundamental, porque é preciso também projetar o ciclo de vida do ) produto. O objetivo é reduzir a carga ambiental associada ao produto em todas as fases do seu ciclo de vida.

* Esse termo, esse conceito já existia no Brasil?

Este trabalho desenvolvido em Santa Catarina, e que alcança desde as estratégias para o projeto e o desenvolvimento de produtos sustentáveis até às ferramentas de análise e quantificação do impacto ambiental é pioneiro no Brasil. Ele tem grande profundidade, orientando e dando indicações sobre os materiais que se deve utilizar ou evitar, os padrões para o móvel ecológico até o selo de qualidade ambiental para o Biomóvel.

O conceito que estamos utilizando é semelhante ao que já se utiliza na Itália e que tornou-se conhecido como Green Home.

* As fábricas de móveis estão preparadas para produzir o Biomóvel?

Nas últimas décadas as indústrias de móveis de Santa Catarina se especializaram em produzir móveis para exportação, já seguem as rigorosas normas européias e estão em condições de produzir o Biomóvel, também para o mercado brasileiro onde já existe um nicho da população que prefere produtos ecologicamente corretos.

* O que é preciso para colocar em prática esse conceito?

Difundir o conceito do Biomóvel, pois no setor de móveis a escolha ambiental já está vinculada à utilização de materiais e tecnologias naturais: madeiras não tropicais e provenientes de plantações sustentáveis, tratamentos e acabamentos não nocivos à saúde, colas atóxicas, etc.

Também é necessário desenvolver e capacitar uma rede de distribuição, pois o conceito deve ter espaço adequado para exposição e vendedores qualificados para informar o consumidor sobre as propriedades dos móveis.

* Os móveis são visualmente diferentes?

A proposta é incorporar novos procedimentos e, principalmente, promover este mobiliário que tem design moderno e muita inovação. Não imaginamos que as pessoas irão preferir o Biomóvel apenas porque é ecologicamente correto, mas sim porque ele tem qualidade, design e o melhor custo/benefício. Portanto, visualmente diria que são muito mais bonitos...

* Eles vão custar mais caro por serem ecológicos?

Não necessariamente. Embora existam pesquisas feitas no Brasil demonstrando que uma boa parcela da população se dispõe a pagar até 20% mais por produtos ecológicos, que não agridam o meio ambiente. No caso do Biomóvel, por serem peças que estarão dentro das residências, diríamos que ele tem outro benefício que vai além do dinheiro: é muito mais saudável.

* E como o consumidor sabe o que é Biomóvel?

O móvel é identificado com um selo que estará estampado no móvel, garantindo completamente sua origem e, conseqüentemente, a garantia de que se trata de um legítimo Biomóvel.

* Saiba mais sobre o assunto acessando o site: http://www.biomovel.com.br/

*contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Como representante das indústrias com atividades ligadas à categoria econômica da Indústria da Construção e do Mobiliário, sediadas nos municípios de São Bento do Sul e Campo Alegre, o SINDUSMOBIL desenvolve ações visando o fortalecimento dos associados e investe continuamente na busca por soluções para os problemas comuns.

Como se associar: encaminhe um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. confirmando sua intenção de tornar-se um associado. Entraremos em contato para esclarecimento de dúvidas e indicando o procedimento necessário para efetivar a associação.  Contribua para tornar o SINDUSMOBIL ainda mais forte e representativo.

Conheça nossos associados:

     O Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul - SINDUSMOBIL surgiu da necessidade dos empresários das cidades de São Bento do Sul e Campo Alegre em ter uma entidade que os representasse nos interesses do setor. Foi fundado em 08 de agosto de 1961, inicialmente como Associação e transformado em Sindicato no dia 14 de maio de 1971.

     Desde a sua fundação, a Entidade tem como objetivo a conscientização quanto aos direitos do setor moveleiro e da construção, prestando serviços de caráter público e vem há vários anos, participando ativamente do desenvolvimento destes segmentos com ênfase na defesa de interesses comuns e negociações coletivas.

    A missão do SINDUSMOBIL é promover o desenvolvimento econômico sustentável das categorias e das empresas destes setores, através da estruturação da cadeia produtiva, aplicando conceitos de sustentabilidade, legalidade e respeito ao meio ambiente.


Fundadores:
Alfredo Klimmek
Affonso Lutz
Alcides E. Rudnick
Affonso Klaumann
Bernardo Olsen Neto
Carlos Danilo Malschitzky
Carlos Zipperer Sobrinho
Erico Pfeiffer
Egon Hussmann
Ervino Treml
Emilio Engel
Francisco Paulo Kaesemodel
Heládio Olsen Veiga
Lino Zschoerper
Léo Frantz
Ludgerus José Weihermann
Martin Zipperer
José Roberto Behring

DIRETORIA GESTÃO 2016-2018

Presidente: José Antonio Franzoni
Vice Presidente: Fernando Gassner
1º Secretário: Evandro Muhlbauer
2º Secretário: Daniel Lutz
1º Tesoureiro: Marcio José Froehner
2º Tesoureiro: Klaus Diether Glatz

Conselho Fiscal Efetivos: Udo Weihermann, Celiane E. G. Minikowski e João Pieckocz
Conselho Fiscal Suplentes: Lourival Negreli, Daniele Dums Pilz e Fernando Hilgenstieler

Delegados Efetivos: Arnaldo Hüebl e José Antonio Franzoni
Delegados Suplentes: Márcio José Froehner e Evandro Mühlbauer

EX-PRESIDENTES

  • José Antonio Franzoni - Gestão 2014-2016
  • Fernando Gassner - Gestão 2012-2014
  • Daniel Lutz - Gestão 2010-2012
  • Marcio José Frohener - Gestão 2008-2010
  • Ivo Sandi Grossl - Gestão 2006-2008
  • Udo Weihermann - Gestão 2004-2006
  • James Pfützenreuter - Gestão 2002-2004
  • Dorotea Lutz - Gestão 2001-2002
  • Udo José Zschoerper - Gestão 1998-2001
  • Hermes Neumann - Gestões 1992-1995 e 1995-1998
  • Arnaldo Huebl - Gestão 1989-1992
  • Márcio Neumann - Gestão 1986-1989
  • Ingomar Rudnick - Gestão 1983-1986
  • Álvaro Weiss - Gestões 1974-1977, 1977-1980 e 1980-1983
  • Alfredo Klimmek - Gestões 1969-1971 e 1971-1974
  • Francisco Paulo Kaesemodel - Gestão 1961-1969

 

     Para manter-se competitiva em um mercado em constante transformação, faz-se necessário transpor obstáculos diários que englobam todos os setores da sua indústria. Defender os interesses do seu negócio é fundamental para o fortalecimento do seu produto ou serviço.

     Em Santa Catarina, o nosso Sindicato conta com o apoio da FIESC - Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, que, em prol da defesa da competitividade das indústrias, atua em quatro focos: ambiente institucional, educação, qualidade de vida e tecnologia e inovação.

    Você, como empresário do setor, sabe o quanto é importante e benéfico para os negócios que as indústrias trabalhem unidas, buscando assegurar as melhores condições para gerar mais competitividade, desenvolvimento e qualidade de vida para as pessoas. Por isso, a importância de um Sindicato atuante e representativo é fundamental em todos os aspectos.

    Convidamos você a fazer parte do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul - SINDUSMOBIL, para que possamos somar esforços e atuar em conjunto na construção de um ambiente mais favorável à competitividade da sua indústria.

     Esperamos ter despertado o seu interesse em cooperar com nossos esforços em aprimorar e desenvolvimento do setor moveleiro em nossa região.

     Para se associar basta preencher a ficha cadastral e encaminhar cópia do Contrato Social com as respectivas alterações (se houver) e do Cartão do CNPJ para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou entregar na secretaria do SINDUSMOBIL. 

     Outras informação pelo fone (47) 3635-0768 ou 3633-2884

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Rua Afonso Grosskopf, 352 - Colonial ⁞ São Bento do Sul/SC ⁞ CEP: 89288-200 ⁞ Telefone: (47) 3635-0768 ou 3633-2884