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	<description>Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul</description>
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		<title>MÓVEL BRASIL ABRE OPORTUNIDADES PARA O MERCADO NACIONAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lojistas e profissionais do setor de móveis e decorações de todo o país estão em Santa Catarina para conhecer as tendências de mercado e realizar negócios. A feira Móvel Brasil abriu nesta terça-feira sua 17ª edição no Expocentro, em Balneário Camboriú. O evento segue até sexta-feira, promovido pelo Sindusmobil. A abertura oficial foi realizada pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lojistas e profissionais do setor de móveis e decorações de todo o país estão em Santa Catarina para conhecer as tendências de mercado e realizar negócios.<br />
A feira Móvel Brasil abriu nesta terça-feira sua 17ª edição no Expocentro, em Balneário Camboriú. O evento segue até sexta-feira, promovido pelo Sindusmobil.<br />
A abertura oficial foi realizada pelo presidente do Sindusmobil, Luiz Carlos Pimentel, e pelo presidente da comissão organizadora da Móvel Brasil, Ricardo Hilgenstieler, acompanhados dos demais integrantes.<br />
Os mais de 100 expositores estão mostrando ao mercado inovações em móveis para todos os ambientes, além de colchões, tapetes e decorações. Destaca-se a participação expressiva de empresas do polo moveleiro de São Bento do Sul.<br />
A Móvel Brasil foi criada exatamente para dar visibilidade às indústrias, gerar oportunidades de lançar produtos, expandir mercados e fortalecer a presença no cenário nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>MERCADO LIVRE LANÇA POLO MOVELEIRO NA REGIÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Mercado Livre estará lançando o polo de São Bento do Sul, voltado às indústrias moveleiras. A proposta é apresentar o processo de vendas do maior marketplace da América Latina e atrair empresas da região para comercializarem seus produtos em sua plataforma. O encontro acontecerá dia 20 de maio, no Lefel Hotel, em parceria com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mercado Livre estará lançando o polo de São Bento do Sul, voltado às indústrias moveleiras. A proposta é apresentar o processo de vendas do maior marketplace da América Latina e atrair empresas da região para comercializarem seus produtos em sua plataforma. O encontro acontecerá dia 20 de maio, no Lefel Hotel, em parceria com o Sindusmobil.<br />
As empresas interessadas em iniciar o processo de vendas através do polo do Mercado Livre receberão apoio para estruturar a venda digital. “Queremos incentivar e facilitar a entrada das empresas moveleiras em nossa plataforma”, garante a analista sênior Luana Pina. Benefícios exclusivos serão oferecidos, como consultoria, criação de anúncios, bônus de publicidade e promoções exclusivas.<br />
O Mercado Livre busca fornecedores de colchões, estofados e móveis de madeira. O polo de São Bento do Sul integrará cidades vizinhas, como Campo Alegre, Rio Negrinho, Mafra, Joinville e Jaraguá do Sul. Em 2025, a plataforma comercializou 1,3 milhão de estofados, 2,7 milhões de colchões e 1 milhão de armários de cozinha.<br />
A categoria de móveis e colchões possui grande potencial de crescimento em marketplace. Atualmente a penetração no e-commerce é de 14%, enquanto a média mundial é de 23%. A expansão on-line é calculada em 20% superior ao mercado tradicional.<br />
O segmento é 5º maior no e-commerce, através de smartphones e tablets, eletros, vestuário e bazar. Os móveis mais vendidos on-line, em faturamento, pela ordem são: mobiliário para o quarto, estofados, mobiliário de cozinha, camas e colchões, mobiliário para sala de jantar, mobiliário para escritório residencial e racks, estantes e painéis.</p>
<p>LANÇAMENTO<br />
Para participar do lançamento, confirme sua presença:<br />
https://contato.totalbranding.app.br/61BzNKFX</p>
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		<title>CONSTRUÇÃO CIVIL CATARINENSE PROJETA CRESCIMENTO DE 1,9%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:15:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O setor da construção civil em Santa Catarina deve encerrar 2026 com alta de 1,94% de acordo com projeções da área econômica da Federação das Indústrias de SC (FIESC). O estudo mostra que o cenário de crescimento moderado é decorrente de fatores como a taxa de juros elevada, a desaceleração do crédito imobiliário dada a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor da construção civil em Santa Catarina deve encerrar 2026 com alta de 1,94% de acordo com projeções da área econômica da Federação das Indústrias de SC (FIESC). O estudo mostra que o cenário de crescimento moderado é decorrente de fatores como a taxa de juros elevada, a desaceleração do crédito imobiliário dada a restrição de crédito e também à pressão inflacionária sobre o segmento.<br />
O economista-chefe da FIESC, Pablo Bittencourt, destaca que o conflito no Oriente Médio é fonte de preocupação porque pode limitar o potencial de queda da Selic e também os preços dos insumos da construção civil. “O custo da construção já está pressionado pela escassez de mão de obra, já que estamos em pleno emprego. Além disso, a escalada de preços do petróleo, motivada pelas tensões no Irã, também impacta os preços de matérias primas como tubos de PVC, cimento e tintas, por exemplo”, informa.<br />
A inflação do segmento acumulada nos últimos 12 meses até março, medida pelo INCC-DI, alcançou 5,86%. Projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que, se os aumentos esperados pelo setor se concretizarem, ao fim de 2026 o indicador poderá atingir 9,72%, contra 5,92% no acumulado de 2025.<br />
Em relação à restrição de crédito, Bittencourt avalia que as perdas na captação de recursos para a poupança, um dos grandes financiadores da casa própria no Brasil por meio do SBPE, preocupam o setor. “O esvaziamento da principal fonte de financiamento imobiliário restringe e encarece o crédito. Isso leva o segmento a buscar outras fontes de captação, mais caras, o que pressiona novos lançamentos”.</p>
<p>FORA DA CURVA</p>
<p>Apesar do ambiente de cautela, o estado demonstra uma dinâmica regional heterogênea, com o litoral norte reafirmando seu papel como o principal canteiro de obras verticais do território catarinense. A região da Foz do Rio Itajaí continua a ser o grande destaque positivo, graças ao fenômeno do &#8220;transbordamento imobiliário&#8221; — onde a saturação de polos como Balneário Camboriú impulsiona o crescimento em cidades vizinhas, como Itapema e Porto Belo.<br />
Atualmente, Itapema lidera a região em novas obras, com a construção civil concentrando impressionantes 35,44% dos empregos formais do município (contra uma média estadual de 5,51%). Porto Belo surge como a nova fronteira, com um salto de 20,8% nas vagas em 2025. O volume de novas obras residenciais multifamiliares impressiona: Itapema e Porto Belo registram, cada uma, um nível de atividade comparável ao de Joinville, a maior cidade do estado.</p>
<p>PERSPECTIVAS PARA 2027</p>
<p>O estudo da FIESC traz possíveis cenários para a construção civil em 2027, condicionados por diferentes variáveis macroeconômicas e também à duração do conflito no Oriente Médio. No cenário de maior risco, o crescimento do setor seria de alta de 1,41% para 2027. A projeção leva em conta um longo conflito (mais de 12 meses), o petróleo acima de US$ 100 e a manutenção da SELIC acima de 14% com viés de alta.<br />
No cenário mais otimista, a expectativa é de que a construção apresente incremento de 2,93%, considerando uma resolução do conflito em até 60 dias, juros em 9,5% e petróleo entre US$ 70 e US$ 80. Já o cenário base projeta crescimento de 2,47% e leva em conta projeções de juros a 11%, petróleo entre US$ 70 e US$ 80 e uma resolução da situação do Oriente Médio em até 60 dias.</p>
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		<title>CIRCUITO FIESC DEBATE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA</title>
		<link>https://sindusmobil.com.br/circuito-fiesc-debate-inovacao-na-industria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 19:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[São Bento do Sul recebeu, na manhã de quarta-feira, dia 6, a série de encontros do Circuito FIESC, reunindo lideranças empresariais, gestores municipais e empresários para debater assuntos estratégicos da indústria. O evento da Federação das Indústrias de Santa Catarina, realizado na sede do Sindusmobil, está sendo promovido em todas as 16 vice-presidências regionais para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>São Bento do Sul recebeu, na manhã de quarta-feira, dia 6, a série de encontros do Circuito FIESC, reunindo lideranças empresariais, gestores municipais e empresários para debater assuntos estratégicos da indústria. O evento da Federação das Indústrias de Santa Catarina, realizado na sede do Sindusmobil, está sendo promovido em todas as 16 vice-presidências regionais para intensificar a presença e manter um ambiente contínuo de escuta.</div>
<div>Participaram do Circuito FIESC representantes dos sindicatos patronais do mobiliário e construção civil, têxtil e metalmecânico de São Bento do Sul, Campo Alegre e Rio Negrinho. “A iniciativa é essencial para ouvir os empresários, identificar questões a serem trabalhadas e debater a inovação e demais assuntos que impactam a competitividade da indústria”, disse Arnaldo Huebl, vice-presidente da FIESC para o Planalto Norte.</div>
<div>A Inteligência Artificial, a inovação e a tecnologia para o setor industrial foram os principais temas abordados no evento. O advogado especialista em inovação Clóvis Barreto Junior apresentou o cenário de aplicação da IA e compartilhou como as ferramentas aumentam a produtividade nas empresas. “A IA é parceira e não substituta. É preciso requalificar equipes para trabalhar com essa nova tecnologia. Sua utilização libera tempo para que as pessoas se dediquem mais às decisões estratégias e ao trabalho criativo”, defendeu.</div>
<div>O especialista em IA e Ciência de Dados, Rodrigo Hagstrom, por sua vez, trouxe o histórico de nascimento e evolução da tecnologia digital, além de apresentar seus níveis de autonomia e tipos de negócios. “A IA esperou o mundo estar pronto e agora está em pleno desenvolvimento. Para os líderes empresariais, cabe a tarefa de ajudarem a formar a cultura de IA nas empresas”, destacou. O Hub de Crédito da Academia FIESC de Negócios também foi apresentada, pela pesquisadora Bruna da Silva, como facilitadora na conexão entre empresas e fontes de financiamento.</div>
<div></div>
<div>JORNADA DE TRABALHO</div>
<div>O debate sobre a jornada de trabalho e a escala 6X1, com PECs e PLs em discussão no Congresso Nacional, foi conduzido pelo advogado André Cordeiro, da área jurídica da FIESC. Além de apresentar a previsão do impacto da redução da jornada de trabalho para a economia do país, esclareceu que a visão política do tema, em ano eleitoral, afasta uma avaliação técnica e ponderada dos parlamentares. “A FIESC defende a livre negociação e o respeito à base da estrutura trabalhista, baseada nas convenções coletivas de trabalho de cada categoria. A defesa da indústria, pela sua competitividade, é feita nos poderes executivo, legislativo e judiciário”, afirmou.</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>CIRCUITO FIESC REUNIRÁ LIDERANÇAS E EMPRESÁRIOS NO SINDUSMOBIL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No 6 de maio, acontece no auditório do Sindusmobil o Circuito FIESC – Federação das Indústrias de Santa Catatina, que está percorrendo todas as regiões do Estado. A iniciativa pretende fortalecer o associativismo, ampliar o diálogo com os sindicatos industriais e aproximar ainda mais a entidade das indústrias catarinenses, promovendo a capacitação, a inovação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No 6 de maio, acontece no auditório do Sindusmobil o Circuito FIESC – Federação das Indústrias de Santa Catatina, que está percorrendo todas as regiões do Estado. A iniciativa pretende fortalecer o associativismo, ampliar o diálogo com os sindicatos industriais e aproximar ainda mais a entidade das indústrias catarinenses, promovendo a capacitação, a inovação e a competitividade industrial.<br />
O evento do Planalto Norte inicia às 8 horas com café da manhã. Das 9 às 11 horas, serão abordados temas de interesse da indústria. O economista Ismael Felipe Marcelino irá falar sobre hub de crédito e capital. Inovação e tecnologia para o setor industrial, por sua vez, será tratado por Rodrigo Hagstrom, doutorando em Ciência da Computação e especialista em IA e Ciência de Dados aplicada à indústria.<br />
A iniciativa faz parte da estratégia da Federação de intensificar a presença em todo o território catarinense para promover um ambiente permanente de escuta e construção conjunta de soluções para o desenvolvimento da indústria. “Os sindicatos são o eixo da nossa representação. É por meio deles que a indústria se organiza, dialoga e constrói soluções para os desafios do setor. Fortalecer o associativismo é fortalecer a voz da indústria catarinense”, afirma o presidente da FIESC, Gilberto Seleme.</p>
<p>Inscrições: https://fiesc.com.br/eventos/circuito-fiesc-sao-bento-do-sul</p>
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		<item>
		<title>ASSEMBLEIA APROVA RELATÓRIOS E FORMA COMISSÃO DA CCT</title>
		<link>https://sindusmobil.com.br/assembleia-aprova-relatorios-e-forma-comissao-da-cct/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes da diretoria e associados participaram, no dia 23 de abril, da Assembleia Geral Ordinária e Assembleia Geral Extraordinária do Sindusmobil. O evento foi comandado pelo presidente, Luiz Carlos Pimentel, com apoio da secretaria executiva e as assessorias contábil e jurídica. Na Assembleia Geral Ordinária, foi feita a apresentação, leitura e aprovação do relatório anual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes da diretoria e associados participaram, no dia 23 de abril, da Assembleia Geral Ordinária e Assembleia Geral Extraordinária do Sindusmobil. O evento foi comandado pelo presidente, Luiz Carlos Pimentel, com apoio da secretaria executiva e as assessorias contábil e jurídica.<br />
Na Assembleia Geral Ordinária, foi feita a apresentação, leitura e aprovação do relatório anual e do balanço financeiro referente ao exercício 2025, em conformidade com as diretrizes de governança e transparência da entidade.<br />
Na Assembleia Geral Extraordinária, por sua vez, foi deliberada a constituição da comissão responsável pela negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assegurando a adequada representação dos interesses da categoria nas tratativas sindicais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>EMPRESAS SÃO-BENTENSES LANÇAM PRODUTOS NO iSALONE</title>
		<link>https://sindusmobil.com.br/empresas-sao-bentenses-lancam-produtos-no-isalone/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A criatividade brasileira e marcas são-bentenses estão presentes no Salone del Mobile Milano – Salão do Móvel de Milão, que acontece essa semana na cidade italiana que é referência mundial em design. No mais importante cenário moveleiro internacional, a Móveis James e a Rudnick participam, ao lado de outras 28 indústrias nacionais, da mostra que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criatividade brasileira e marcas são-bentenses estão presentes no Salone del Mobile Milano – Salão do Móvel de Milão, que acontece essa semana na cidade italiana que é referência mundial em design. No mais importante cenário moveleiro internacional, a Móveis James e a Rudnick participam, ao lado de outras 28 indústrias nacionais, da mostra que reúne colaborações entre designers e fabricantes.<br />
As exposições brasileiras são promovidas pela Abimóvel – Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário em parceria com a ApexBrasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, através do projeto setorial Brazilian Furniture. Com o tema Conexões, a proposta é apresentar o mobiliário brasileiro como resultado do encontro entre indústria, design, território, pesquisa, riqueza material, diversidade cultural e potência produtiva.<br />
A Móveis James está lançando a poltrona Astú – a força discreta da mudança, assinada pelo designer Tiago Curioni. A Rudnick, por sua vez, apresenta a poltrona Granchio – O Caranguejo, criada pelo designer Fernando Sá Motta, com inspiração visual a a geometria sólida e fluida do crustáceo.</p>
<p>MISSÃO EMPRESARIAL</p>
<p>Uma comitiva brasileira formada por 12 empresários, incluindo 8 do polo moveleiro local, está participando da missão ao Salone del Mobile. Promovida pelo Sebrae, a viagem de 15 dias à Itália oferece uma ampla experiência internacional. Além da ida à feira, a programação inclui visitas técnicas a lojas especializadas, institutos moveleiros, fábricas de móveis e indústrias de máquinas moveleiras.</p>
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		<title>RADAR TECH DEBATE IMPACTO DA ROBÓTICA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL</title>
		<link>https://sindusmobil.com.br/radar-tech-debate-impacto-da-robotica-e-transformacao-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A adoção de tecnologias emergentes e da robotização não é mais uma escolha, mas uma condição para que a indústria catarinense sobreviva e cresça no cenário global. Esse é o recado de líderes industriais e especialistas durante o Radar Tech, evento realizado pela FIESC &#8211; Federação das Indústrias de SC, no dia 16 de abril [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de tecnologias emergentes e da robotização não é mais uma escolha, mas uma condição para que a indústria catarinense sobreviva e cresça no cenário global. Esse é o recado de líderes industriais e especialistas durante o Radar Tech, evento realizado pela FIESC &#8211; Federação das Indústrias de SC, no dia 16 de abril na sede da entidade em Florianópolis. Representantes do Sindusmobil, Arpem e Amplia estiveram presentes no Radar Tech, através da vice-presidência da Fiesc no Planalto Norte.<br />
O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, abriu o evento contrapondo a visão de que a automação e a robotização vão gerar desemprego. Segundo ele, os robôs são aliados essenciais contra o atual apagão de mão de obra. “Essas tecnologias são uma realidade que precisa estar em nossas fábricas. Na experiência da minha empresa, os robôs não geraram demissões; o aumento da produtividade criou novas demandas”, afirmou o presidente da entidade.<br />
Para o especialista Gil Giardelli, algumas tarefas repetitivas, que consomem muito tempo ou são arriscadas, não precisam mais ser executadas por trabalhadores humanos. A adoção de tecnologias como robotização e soluções de IA pode ser uma alternativa nesses casos, mas irá demandar qualificação da força de trabalho. Ele não acredita, contudo, que haverá redução de postos, mas que eles ficarão mais sofisticados.</p>
<p>O Abismo da Produtividade</p>
<p>A diferença de produtividade entre Brasil e potências globais foi o alerta de Fabrízio Pereira, diretor regional do SENAI/SC. Ele revelou que, enquanto a China cresceu 488% em adoção tecnológica nos últimos cinco anos, o Brasil avançou apenas 33%. “Temos 17 robôs para cada 10 mil trabalhadores, contra 400 na China. A tecnologia já está disponível no Estado; falta a indústria se apropriar dela para mudar o ponteiro da produtividade”, provocou Fabrizio.</p>
<p>Lição de casa</p>
<p>Para Luis Liguori, diretor da AWS Brasil, a eficácia da Inteligência Artificial depende de fundamentos sólidos. Ele advertiu que muitas empresas tentam &#8220;pular fases&#8221; sem estruturar seus dados. “Temos que preparar a fundação. Além disso, é preciso priorizar o lado humano e a adaptabilidade das equipes”, pontuou o executivo.<br />
O gerente de TI da DR Aromas e Ingredientes, Rafael Dall&#8217;Anese, destacou que a transformação exige &#8220;olhar para dentro&#8221;. A empresa centenária foca em três pilares: analytics (orientação por dados), IA e uma &#8220;torre de controle&#8221; para monitoramento total da jornada produtiva.<br />
Na WEG, a inovação é tratada como pilar estratégico. Henrique Bresolin, coordenador de Engenharia de Tecnologias Avançadas da companhia, ressaltou que o segredo para vencer a resistência técnica é o engajamento total. “Na WEG, do porteiro ao presidente, todos estão focados em melhorias”, afirmou Bresolin.</p>
<p>Na visão do diretor de Desenvolvimento Industrial e Inovação da FIESC, José Eduardo Fiates, quem não der uma virada radical vai perecer. “É uma virada em diversos sentidos: vira para os lados para identificar a solução, vira de ponta cabeça para rever os conceitos; vira fora, derrama práticas, processos que não servem mais; é o vira de ‘se vira e resolve o problema’. Vira de se orientar na direção correta, é um vira de se transformar. Essa é a única alternativa para nós,” disse Fiates.</p>
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		<title>EXPORTAÇÕES RECUAM NO PRIMEIRO TRIMESTRE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O efeito do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, no ano passado, impactou as exportações de móveis e madeira no primeiro trimestre de 2026. No polo moveleiro local, as vendas internacionais desses dois segmentos somaram US$ 32,1 milhões, o que representa uma queda de 36% em relação aos primeiros três meses do ano anterior. Se forem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O efeito do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, no ano passado, impactou as exportações de móveis e madeira no primeiro trimestre de 2026. No polo moveleiro local, as vendas internacionais desses dois segmentos somaram US$ 32,1 milhões, o que representa uma queda de 36% em relação aos primeiros três meses do ano anterior. Se forem consideradas somente as exportações para o país norte-americano, a redução chega a 60%. Excluindo os Estados Unidos, a comercialização internacional ficaria praticamente igual a 2025, com 1% de acréscimo.<br />
Para o setor moveleiro, em particular, o impacto foi ainda mais intenso. Neste primeiro trimestre, as indústrias moveleiras de São Bento do Sul, Campo Alegre e Rio Negrinho exportaram US$ 14,4 milhões. Esse volume é 53% inferior ao alcançado no ano passado. A queda das vendas para os Estados Unidos chegou a 64%. As vendas internacionais da categoria outros móveis para o país norte-americano representam, agora, 46%. Em 2025, 60% dos embarques seguiam para os Estados Unidos.<br />
Os indicadores, levantados pelo Observatório FIESC, mostram que praticamente todos os setores econômicos estão sendo impactados pelas mudanças tarifárias comerciais. As exportações gerais de São Bento do Sul, Campo Alegre e Rio Negrinho alcançaram US$ 45,9 milhões neste primeiro trimestre, ou seja, 32% inferior aos primeiros meses do ano passado. Novamente as vendas para os Estados Unidos tiveram uma queda ainda maior, de 63%.</p>
<p>SANTA CATARINA</p>
<p>As exportações de Santa Catarina registraram recuo de 2,6% no primeiro trimestre de 2026 na comparação com igual período do ano anterior e somaram US$ 2,7 bilhões. O desempenho reflete, em parte, os efeitos das tarifas norte-americanas, uma vez que os Estados Unidos estão entre os principais destinos das vendas externas catarinenses. No acumulado do ano até março, as exportações para o país norte-americano recuaram 44,6% frente a 2025, período pré-tarifas. As informações são do Observatório FIESC.</p>
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		<title>REDUÇÃO DA JORNADA PODE INVIABILIZA ATIVIDADES INDUSTRIAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil tem provocado um intenso debate técnico sobre os limites da produtividade nacional. Embora o foco esteja sobre os benefícios ao trabalhador da redução da escala 6&#215;1, o setor produtivo alerta para um risco estrutural mais amplo, de que a perda da prerrogativa de se manter [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de redução da jornada de trabalho no Brasil tem provocado um intenso debate técnico sobre os limites da produtividade nacional. Embora o foco esteja sobre os benefícios ao trabalhador da redução da escala 6&#215;1, o setor produtivo alerta para um risco estrutural mais amplo, de que a perda da prerrogativa de se manter a jornada de 44 horas semanais ameace a continuidade de setores industriais.<br />
A manutenção da opção pelas 44 horas é vista como uma prerrogativa essencial para a indústria catarinense, que compete diretamente com países em que a produtividade é maior. “Sem a flexibilidade para ajustar a jornada à realidade de cada setor, o risco é o deslocamento da produção para outros países ou a aceleração de uma automação que o mercado de trabalho ainda não está preparado para absorver”, explica o presidente da FIESC, Gilberto Seleme.<br />
Um dos pontos centrais do debate é o descompasso entre o Brasil e seus concorrentes globais. Enquanto a proposta brasileira visa reduzir a carga horária, países com altos índices de desenvolvimento e produtividade mantêm limites superiores. Alemanha, Dinamarca e Irlanda, por exemplo, definem limite de 48 horas semanais. Na Suíça, alcança até 50 horas semanais em determinados setores.<br />
Para o presidente da FIESC, o importante é manter a liberdade de negociação. &#8220;A legislação deve permitir que quem precisa fazer 44 horas tenha essa opção. É uma questão de sobrevivência para não perdermos competitividade. A realidade de cada mercado deve ser respeitada, pois uma imposição única ignora as particularidades de setores que já operam de forma eficiente no modelo atual&#8221;, afirma Seleme.</p>
<p>O peso econômico da mudança</p>
<p>De acordo com projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI), uma redução compulsória da jornada sem a contrapartida de ganhos de produtividade poderia causar um impacto negativo de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro. O estudo indica que a medida pressionaria os custos operacionais, resultando em um aumento estimado de 6,2% nos preços ao consumidor, alimentando a inflação e reduzindo o poder de compra da população.<br />
Em Santa Catarina, estado onde o setor industrial possui forte peso na economia &#8211; 28,5% no PIB -, a alteração elevaria o custo do trabalho em 11,4%. No estado, é comum que a jornada de 44 horas seja cumprida no regime 5&#215;2 (cinco dias de trabalho por dois de descanso), modelo que permite o equilíbrio entre a vida pessoal do trabalhador e as metas de produção das fábricas.<br />
Seleme reforça que a conta da redução não será paga apenas pelas empresas. &#8220;Quem pagará a conta da jornada reduzida? O aumento de custos inevitavelmente será repassado para o preço final dos produtos ou resultará em redução de investimentos e postos de trabalho&#8221;, conclui o presidente da Federação.<br />
A defesa da entidade industrial é que a jornada seja tratada via negociação coletiva, permitindo que empresas e trabalhadores ajustem a carga horária de acordo com a produtividade real de cada planta industrial, preservando a saúde financeira das empresas e a estabilidade dos empregos formais.</p>
<p>Fonte: FIESC</p>
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