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POSICIONAMENTO SOBRE AS TARIFAS AMERICANAS

O recente anúncio da imposição de tarifas de 50% sobre produtos importados do Brasil, pelos Estados Unidos, tem gerado apreensão no setor industrial. Particularmente no polo moveleiro de São Bento do Sul, que exporta 62% de seu volume para o país norte-americano, essa medida já causa efeitos negativos, como suspensão de embarques e redução ou paralisação da produção de determinadas empresas.
Estamos debatendo, com lideranças e exportadores, maneiras de pressionar o governo brasileiro a uma negociação ampla e séria, ao mesmo tempo que buscamos contatos com importadores e suas respectivas entidades representativas nos Estados Unidos. Todos os esforços são válidos para preservar um comércio bilateral conquistado com inovação e eficiência.
Acompanhamos de forma próxima, ainda, a atuação da FIESC, que tem reunido forças com outras Federações do país e junto à CNI – Confederação Nacional da Indústria, bem como da Abimóvel. Constatamos que muitos esforços estão sendo feitos no campo político, com reuniões presenciais e contatos para levar o governo a um posicionamento que seja evidenciado pelo compromisso com o desenvolvimento.
Conscientes que a medida de ampliação das taxas de importação não possui caráter econômico, mas político, apelamos para que o governo federal dê prioridade urgente ao setor econômico brasileiro, sem ideologias políticas, para preservar as relações com o país de maior relevância no comércio mundial.
Luiz Carlos Pimentel
Presidente do Sindusmobil

Sindusmobil - Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul

Desde a sua fundação, a Entidade tem como objetivo a conscientização quanto aos direitos do setor moveleiro e da construção, prestando serviços de caráter público e vem há vários anos, participando ativamente do desenvolvimento destes segmentos com ênfase na defesa de interesses comuns e negociações coletivas.

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